quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Spikes & Tribais ZEBRADOS >>>
Por
Diego.
às
3:33:00 PM
1 Maquinaram
Label : alargador, alargadores, alargadores artesanais, artesanato, cerâmica plástica, encomenda, spike, taper expander, TriBuenas
domingo, 11 de setembro de 2011
TriBuenas Alargadores>>>
Consulte o email dga.diego@gmail.com para encomendas e orçamentos





Por
Diego.
às
1:40:00 PM
2
Maquinaram
Label : alargador, alargadores, alargadores artesanais, artesanato, cerâmica plástica, encomenda, spike, taper expander, TriBuenas
sábado, 16 de abril de 2011
Alice>>>
Algumas pessoas tiveram problemas em poder vir, problemas de saúde... vocês fizeram falta e sabemos que não foi falta de atenção.
enfim, obrigado!
quinta-feira, 31 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
A trilogia cerúlea >>>
O fundo azul
Sem aparatos pertinentes, fazia loucuras no ritmo que sentia o mundo girar,
Sentia-me alto neste momento, com tal amável garota que nem sempre fora gentil,
Como o por do sol que desgastava a loucura adquirida
As pessoas giravam e giravam e passavam
Sempre fora saboroso, como um copo de vinho
Loucura seria pensar que nosso mundo não parou, e que não estamos mais sozinhos
Apenas sonhamos e sangramos
Quais serão as vestes de amanhã?
Estamos aqui dançando abraçados, brindemos... prometamos
Sem questionar de mim nesse momento, vou me despertar
Todo momento é certo
O fundo azul da tristeza, deixou um gosto doce
Sentiremos enquanto estivermos presentes o quão importante é seguirmos
Embalados por esta cantiga apaixonada
Somos suportados por mais que um novo amor
Novamente nos abraçaremos sem deixar-nos partir!
O topo anil
Vocifera em verões de brisa pouca
Por vias em que o sol não queime a sutil cútis rósea
Donde nasce a dor do incerto já sabido
Vaga entre arbustos de almas tristes
Meio a varais de agonias intermitentes
Pune a espontaneidade dos sorrisos enfadonhos
Cerrando persianas de nuvens alegres
Entre úmidas cortinas de mágoas ensimesmadas
Escorrendo entre férteis campos de verdes mares
Em sertões de vidas fartas
Por onde o “antes” se torna refém do estar
E reinventa sua imutável carranca
Não se inverte
Apenas recomeça de tanto a si findar
O horizonte celeste
Entre pilares de sabedorias ensaiadas
Perambulam rumores que retumbam
Consumando os raios na imensidão azul
Intermitentes espaços revolviam vazios
Onde ecoava o silencio e o frio reconfortava
Consumindo a luz de nossa fração anil
Mareantes ondulações manifestavam vontades planas
Entre turbilhoes e calmarias mil
Convencendo a instabilidade de horizontes celestes
Azul em paralelos que a vida traz
Que se cruzam em busca de mais
Anil em dimensão única que não há
Entretanto persiste na procura da paz
Celeste como em serenos planos astrais
Fazem de si aquilo que fora guardado demais.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Sem Você >>>
Aqui é frio sem você
Não pela ausência da energia que absorvo
Muito menos pelo fluxo das trocas
perante maiores agitações
Aqui é apenas frio sem você
Seria este frio a ausência do teu calor
assim como o mal prevalece na ausência do bem
e o escuro assim se torna por luz não haver
Aqui é só sem você
Aqui é só frio sem você
Nem mesmo os empoeirados retratos
bagunçados na orgia de nosso caos
permitem que você me ouça
Ou os quadros desarrumados frente a frente
evitem que nos olhemos
Aqui
É
Frio
Sem
Você










